Países da UE querem novo mecanismo de execução extrajudicial para malparado
27 Novembro, 2019

Nova Comissão Europeia de Ursula Von der Leyen aprovada

Entre os deputados europeus, houve 461 votos a favor, 157 contra e 89 abstenções.

Os principais grupos políticos do Parlamento Europeu votaram a favor da nova Comissão: o PPE (onde se inclui PSD e CDS), o grupo dos Socialistas e Democratas (que integra o PS) e o Renew (Liberais centristas). Ao contrário das principais famílias políticas europeístas, os deputados do grupo dos “Verdes” (que integra o PAN), e que são a favor da UE, abstiveram-se.

O grupo da Esquerda Unitária (BE e PCP), o Identidade e Democracia (nacionalistas, populistas), alguns “Verdes” e conservadores reformistas votaram contra.

A Comissão liderada por Ursula Von der Leyen obteve mesmo uma votação superior à alcançada pelo seu antecessor, Jean-Claude Juncker, em 2014 (423 a favor, 209 contra e 67 abstenções).

A democrata cristã alemão parece assim conseguir um apoio folgado para a sua agenda para os próximos quatro anos e que tem como prioridade um pacto ecológico europeu para lutar contra as alterações climáticas, tornar a economia dos 27 mais “amiga” do ambiente e a Europa o primeiro continente neutro do ponto vista das emissões de carbono.

O novo colégio terá 27 membros e não integra um comissário britânico (já que o Reino Unido deverá sair da UE até finais de janeiro) ainda que a Comissão tivesse pedido a Londres que indicasse um nome.

Mas a principal marca do novo executivo é que pela primeira vez tem uma mulher na liderança e o maior número de comissárias de sempre (12), não conseguindo no entanto a paridade absoluta. Entra em funções a 1 de dezembro por um mandato de cinco anos.

ECO

27/11/2019